sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Pra não dizer que não falei das flores
O título é roubado.
Mas veste bem uma manhã de sexta-feira que será sempre lembrada.
Porque ela sorriu pra mim.
O sorriso mais bonito.
Pra mim.
Por mim.
Eu acho.
De qualquer modo, prefiro acreditar que sim.
Sim.
E a mão dela repousou sobre a minha.
Explodiu-me o peito.
E a voz dela me disse repetidas vezes que me ama.
Transbordou-me felicidade.
E eu quis que o tempo parasse.
(e tic-tac... tic-tac... tic-tac)
Em vão.
Até ontem, havia saudade.
Hoje há a lembrança apertada no peito da companhia dela, horas atrás.
Começo de saudade outra vez.
Começo de vontade outra vez.
Como se eu a estivesse amando pela primeira vez.
Mas é sempre como na primeira vez.
É sempre bonito.
Mesmo nas falhas.
Porque em meu peito não há mais canto algum que a existência dela não ocupe.
Talvez seja um erro, mas eu não quero mais ninguém.
Então que o tempo passe sempre.
Sempre com a certeza de tê-la minha.
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